A pandemia do novo Coronavírus impulsionou um modelo de atendimento que sempre teve muita resistência ao uso no Brasil, mas já bastante utilizado em outros países do mundo: a telessaúde. A prática foi liberada em caráter emergencial para uso em território nacional em março de 2020 e, além de desafogar os prontos-socorros pelo Brasil, se tornou um importante apoio à população ao oferecer atendimento médico a qualquer momento e de qualquer lugar.
No mês em que completa um ano de uso – e com o isolamento social ainda presente em boa parte do país – o cenário segue favorável para sua utilização, uma vez que profissionais de saúde e pacientes romperam barreiras e aderiram à ferramenta, que também é um importante instrumento de suporte à Atenção Primária à Saúde (APS). A APS tem o binômio médico e enfermeira de família como pilar deste modelo assistencial, e permite que o paciente seja avaliado de forma integral, com resolução de até 80% dos casos, evitando o encaminhamento desnecessário para um especialista.
Fonte: Portal Hospitais Brasil, em 16.03.2021