Por Cristiane Barbieri e Irany Tereza
Apesar de a Hapvida ser alvo de denúncias por imposição ao uso do kit covid (medicamentos sem eficácia contra o coronavírus) a pacientes contaminados, grandes gestores ainda não estão dispostos a abrir mão de ações da operadora de plano de saúde – a primeira de capital aberto a ser envolvida no escândalo. Em tempos de muita propaganda em torno das melhores práticas ESG (sigla em inglês para iniciativas ligadas a meio ambiente, sociais e governança) também no mundo dos investimentos, os profissionais que cuidam do dinheiro dos investidores passaram a ser questionados se abririam mão das ações da Hapvida, investigada pela Agência Nacional de Saúde (ANS) e pelo Ministério Público, entre outros órgãos de controle. Em linha com o que pensa o mercado financeiro mais tradicional, a resposta foi não, pelo menos por enquanto.
Fonte: Coluna do Broadcast, em 07.10.2021