Diretora da agência afirmou que inclusão de tecnologias exige avaliação de custo-benefício para evitar impacto nas mensalidades
A incorporação de novas tecnologias à saúde suplementar exige equilíbrio entre inovação e sustentabilidade do sistema. Em entrevista à TV Migalhas durante a 3ª edição da Agenda Jurídica do Mercado Segurado da CNseg, Lenise Secchin, diretora de Normas e Habilitação de Produtos na ANS, explicou que a ampliação do hall de procedimentos precisa considerar tanto o avanço científico quanto o impacto financeiro para evitar pressão sobre as mensalidades dos planos.
“Quando a gente fala em incorporação de tecnologia em saúde, eu tenho que olhar todo o aspecto científico do procedimento, do medicamento, seja o que for que vai ser incorporado, mas eu também tenho que olhar o aspecto econômico.”
Fonte: Migalhas, em 12.06.2026