Com nova turma aberta para início em julho, o Programa Executivo Conselhos de Alta Performance nas EFPC da UniAbrapp recebeu unanimidade de aprovação entre os alunos entrevistados da primeira turma, no novo formato online e ao vivo.
A formação habilita para a Certificação por Capacitação do ICSS. Dos 26 profissionais da turma, 24 se submeterão às regras e provas para obter a certificação profissional.
¨Eu já fiz curso online, utilizando ferramentas tecnológicas. Mas da maneira dinâmica como está sendo este, foi a primeira experiência. É diferente. Eu não esperava tanta interatividade, tem sido muito bom¨, avalia Genival Vila Nova, presidente do Conselho Fiscal da Capef. Conselheiro da entidade, sediada em Fortaleza (CE), também inscrito no curso, Leonardo Barreto destaca que a interação geralmente é um ponto fraco de treinamentos feitos à distância, mas o curso da UniAbrapp mostrou diferencial: ¨As dinâmicas feitas por professores, dividindo (os alunos) em grupos menores para discussão, ajudam bastante na aproximação¨.
A Fundação Refer inscreveu doze profissionais no curso. Além dos Conselheiros, participam o Diretor-Presidente, Nilton Vassimon, e o Diretor de Seguridade, Alcione Soares. ¨É a primeira vez que participo de aulas à distância, todas as minhas outras formações foram presenciais. Temos conselheiros que são suplentes, e estão em diferentes partes do Brasil, e esse formato facilitou muito¨, observa Nilton. Ele, que após algum tempo afastado, voltou a atuar na Fundação em 2019, destaca que o curso tem sido uma fonte importante de atualização sobre normativos na área de governança e também do órgão de fiscalização que surgiram nesta pausa. ¨Minha expectativa com o curso é grande e até o momento está sendo atendida plenamente¨.
Conselheira Fiscal da Refer, Sonia Vianna destacou o ganho por não haver necessidade de deslocamento: ¨Achei o curso dinâmico, até me surpreendeu, eu gostei. Tudo mais econômico, confortável. Muito melhor¨. Ela acrescenta que o conteúdo do curso está sendo efetivo, proporcionando o esclarecimento de normas e práticas importantes para o órgão de governança. ¨Uma coisa que sempre reforcei com outros profissionais é que é importante o conselheiro se posicionar. Se você ver algo e não disser nada, com a desculpa que o tema não é da sua área, isso é omissão. Isso ficou claro nas aulas: se você é conselheiro, você tem que pontuar, se posicionar¨.
Sérgio Fraulob, Conselheiro Fiscal da EnergisaPrev, ressalta que a absorção do conteúdo não foi afetada com a mudança de formato. ¨O meu entendimento é que o aprendizado não foi prejudicado. Ele foi 100% como o presencial¨, observou ele. ¨A única coisa que o vídeo não permite muito é você criar contatos. No presencial tem aquele intervalo em que você conversa, toma um cafezinho, aumentando o seu networking. Mas tem sido uma experiência muito positiva até em função do ambiente que estamos, com restrições do coronavírus.
Muito além dos Conselhos - Para Genival, o conteúdo do curso merece ser difundido muito além dos níveis de Conselhos. ¨Esse tipo de treinamento é vital e necessário para todos os envolvidos na área de governança. Não apenas conselheiros titulares, como suplentes, além dos dirigentes da entidade. E também gestores, gerentes de investimento. É importante saber que os membros do Conselho e da Diretoria fazem solicitações de dados por uma razão de ser, existe um processo de transparência e de informação que é relevante para todo mundo¨.
O novo formato também impactou positivamente os tutores, como Adriana Carvalho, especialista da UniAbrapp na área de governança. ¨Para quem já dá aula presencialmente e tem essa troca muito mais presente, eu estava ansiosa pela dinâmica, para que não fosse basicamente um monólogo e conseguíssemos prender a atenção dos alunos por um período longo. Mas o formato adotado funcionou muito bem: permitiu que os participantes trocassem experiências, dessem feedback e fizessem perguntas¨, destaca. Ela também observa que há uma otimização grande de tempo e dinheiro para quem faz, por não haver a necessidade de o participante fazer deslocamento e ficar um longo período longe da entidade, o que poderia levar o aluno a ter que responder problemas do trabalho no período de aula. ¨Tudo isso contribuiu para o ganho na concentração e atenção dos alunos durante a aula¨.
Especialista na área de comunicação e relacionamento, Marisa Bravi acrescenta que o formato cumpriu bem seu objetivo e surpreendeu. ¨Foi um encontro onde ensinamos, aprendemos, interagimos e trocamos. Foi fácil e especialmente agradável passar 4 horas com esse grupo: a interação, a integração e a inteiração se complementaram. Conseguirmos ter a interação necessária do aprender e ensinar, dar e receber. Conseguimos integração porque a aula reuniu opiniões diversas, somando talentos. E, no final, o grupo estava praticando a inteiração, porque todos se voltaram para a mesma questão e reflexão. Então, para mim foi surpreendente, principalmente porque eu sempre defendi a comunicação face a face¨.
Fonte: Abrapp em Foco, em 22.06.2020