Por Carlos Rydlewski
Busca por imunizante do coronavírus envolve 147 pesquisas pelo mundo que devem resultar em doses no Brasil já na virada do ano
Eis a pergunta que não quer calar: afinal, vai ter vacina contra a covid-19? Sim. Até outubro, devem ser divulgadas as informações definitivas sobre a eficácia das primeiras candidatas a imunizantes desenvolvidas para conter a doença, cuja expansão provocou, até aqui, a morte de quase 550 mil pessoas no mundo. Se tudo der certo com os testes em curso, o Brasil poderá contar com 90 milhões de doses desses produtos entre o fim do ano e o início de 2021.
Tantas esperanças concentram-se em duas frentes. A primeira responde pelo nome de AZD 1222, mas já foi chamada de ChAdOx1. Tais emaranhados de letras e números nasceram nas bancadas do Jenner Institute, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, em parceria com a farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca. Eles designam a vacina que está sendo aplicada em 50 mil voluntários desde junho.
Fonte: Valor Econômico, em 10.07.2020