Melhorias operacionais, ganhos de eficiência e aumento de mensalidades levam operadoras a projetar crescimento a partir de 2025
Depois de três anos de prejuízo operacional, a saúde suplementar espera fechar 2024 com equilíbrio entre receitas e despesas, ou seja, as mensalidades serão suficientes para bancar os custos. E para o ano que vem, a expectativa do setor é exibir um resultado operacional no azul. “Isso traz um horizonte de sustentabilidade para o futuro”, diz Marcos Novais, superintendente-executivo da Associação Nacional de Planos de Saúde (Abramge).
O cenário mais otimista, aponta o executivo, se deve a melhorias operacionais, a ganhos de eficiência e aos reajustes de mensalidades. Segundo ele, a receita de contraprestação (faturamento) deve ultrapassar R$ 300 bilhões neste ano, ante R$ 275 bilhões em 2023, com um crescimento em torno de 1% no número de beneficiários.
Fonte: Valor Econômico, em 29.05.2024