Por Carlos Braga
Quando falamos sobre custos, ainda mais na saúde, há muitas discussões de como essa questão pode ser reduzida sem deixar de lado a qualidade no atendimento, acesso a tratamentos, exames ou medicamentos. Para se ter uma ideia, de acordo com a Análise Especial da Nota de Acompanhamento de Beneficiários nº69, desenvolvida pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), as despesas assistenciais no Brasil cresceram 24,3% no final de 2021, se comparado com o mesmo período em 2020, passando de R$166 bilhões para R$206 bilhões. Já o número de beneficiários de planos de saúde de assistência médico-hospitalar aumentou 3%, de 47 para 49 bilhões.
Fonte: Medicina S/A, em 16.03.2023