Se a pandemia do novo coronavírus acelerou o desenvolvimento de ferramentas que otimizaram o atendimento médico à distância no Brasil, o momento atual é de maturação deste mercado. Considerando o hype cycle iniciado por aqui ao longo de 2020, o período é de consolidação de práticas e de conhecimento.
“A gente entende que o Brasil está mais lento neste processo. No mundo, a telemedicina está em um platô de produtividade. Aqui, só com o gatilho da pandemia, as leis brasileiras passaram a liberar a teleconsulta. Isso gerou um pico de expectativas por parte das operadoras de saúde, das empresas de software quanto e dos próprios pacientes com a demanda reprimida”, contextualiza Marcos Sonagli, diretor médico da startup Amplimed.
Fonte: Medicina S/A, em 22.07.2021