Por Lígia Formenti
Prontuário eletrônico traria avanços, mas é preciso debater medidas de proteção que assegurem a privacidade
Você viaja, passa mal, é atendido por um médico e ele rapidamente tem acesso a todos os seus dados: exames já realizados, remédios usados, tratamentos bem ou mal sucedidos. A informação rápida permite que o profissional tenha mais elementos para escolher a melhor estratégia, evita que você faça exames desnecessários, incluindo aqueles em que há exposição à radiação.
Tal integração reduz também o risco de desperdícios, seja para o SUS, se você estiver numa instituição pública, seja na saúde suplementar, se você for atendido por um plano de saúde. Nessa lógica, com menos risco de perdas e mais possibilidades de um tratamento adequado, todos estariam mais saudáveis.
Fonte: JOTA, em 28.07.2022