Por Eleilza Souza
Não basta que o médico tenha o treinamento e técnica para manusear o robô, é imprescindível que o hospital forneça todo aparato de manutenção correta fornecido pelo fabricante
A inteligência artificial é um dos apêndices que ao mesmo tempo está atingindo a medicina e o direito, tendo em vista que a medicina para utilização prática, necessita desta inteligência para melhor utilizar dos recursos principalmente para a realização de procedimentos cirúrgicos. Enquanto para o direito, a inteligência artificial será um desafio diante dos problemas que podem acarretar na vida das pessoas, e que somente o direito poderá buscar uma forma de equilíbrio e harmonia entre os acertos e erros, frutos da era da inteligência artificial.
Em todo o mundo, são realizadas anualmente cerca de 1,2 milhão de cirurgias robóticas. Em 2019 o Brasil realizou 13 mil procedimentos, os quais vinham num processo de ascensão com mais cirurgias. Metade deste número foi apenas de cirurgias urológicas, sobretudo para tratar o câncer de próstata1. Mesmo com a suspensão de cirurgias e exames eletivos ao redor do país, foram realizadas mais de 14 mil cirurgias robóticas em 2020. Em Portugal, a primeira cirurgia robótica, também de prostatectomia radical, foi realizada no Hospital da Luz, em 2010, num paciente de 50 anos.
Fonte: Migalhas, em 29.03.2022