Por Paulo Liporaci e Terence Zveiter
A relação entre pacientes e estabelecimentos de saúde é, por essência, marcada pela expectativa de segurança e confiança. Quando alguém se submete a um procedimento médico, espera que os serviços prestados sejam adequados, eficientes e, sobretudo, isentos de falhas que possam comprometer sua saúde.
Contudo, em determinadas circunstâncias, podem ocorrer eventos indesejáveis – como é o caso, por exemplo, de graves infecções hospitalares –, que desafiam os limites da ciência e da técnica disponíveis em certo momento histórico.
Fonte: ConJur, em 21.03.2025