Por Cátia Luz
Após série de investimentos polêmicos, fundo de pensão da Petrobrás atingiu rombo de R$ 28 bi, exigindo contribuição extra de funcionários
“Senhor Walter, a Polícia Federal está aqui no escritório”. Eram 7h30 da manhã do dia 5 de setembro de 2016, uma semana após o economista Walter Mendes ter assumido o comando da fundação Petros, que administra os fundos de pensão da Petrobrás. O executivo havia acabado de sair de um voo São Paulo-Rio e, em segundos, dezenas de mensagens, além do recado da secretária, começaram a invadir seu celular.
A PF, juntamente com o Ministério Público, estava na sede do fundo de pensão, no centro do Rio, para cumprir um mandato de busca e apreensão de documentos e computadores. Era a deflagração da Operação Greenfield, que apura desvios nos maiores fundos de pensão do País, calculados em R$ 8 bilhões.
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Fonte: O Estado de S. Paulo, em 12.08.2018.