No Brasil, o acesso à saúde se dá, em maior parte, por meio de operadoras de saúde ou do SUS. Aproximadamente 25% das pessoas possuem algum plano de saúde e os outros 75% da população dependem exclusivamente do SUS. Além desses grupos, uma pequena parte da população consegue complementar ou utilizar de maneira exclusiva o mercado particular de saúde. Esse público concentra aproximadamente 17% da população brasileira, levando em conta apenas as classes de renda A e B (renda familiar a partir de R$10.885).
Alguns conceitos para ajudar no entendimento sobre a precificação dos planos de saúde e sua importância no equilíbrio econômico-financeiro: mutualismo, pacto intergeracional e regime de repartição simples.
Fonte: XVI Finance, em 23.07.2026.