Entre as pessoas com 10 anos ou mais de idade que acessaram a Internet no período de referência da pesquisa, 94,2% o fizeram para trocar mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail. Assistir a vídeos, programas, séries e filmes foi a motivação de 76,4% desse contingente, seguido por conversar por chamada de voz ou vídeo (73,3%) e enviar ou receber e-mail (69,3%).
Entre os usuários da Internet com 10 anos ou mais de idade, 94,6% se conectaram via celular.
Entre as pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas, 75% utilizaram a Internet, enquanto pouco mais da metade (52,4%) das não ocupadas a acessaram.
Das 63,4 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade que não utilizaram a Internet, 37,8% não sabiam usar e 37,6% alegaram falta de interesse, enquanto 14,3% não acessaram por considerar o serviço caro.
Na população de 10 anos ou mais de idade, 22,9% (41,1 milhões) não tinham celular para uso pessoal pelos seguintes motivos: consideravam caro o preço do equipamento (25,9%), falta interesse (22,1%), usavam o celular de outra pessoa (20,6%) e não sabiam usar (19,6%).
O celular estava presente em 92,6% dos 69,3 milhões de domicílios.
Em 48,1 milhões de residências havia utilização da Internet, que representavam 69,3% dos domicílios.
Em 97,2% dos domicílios em que havia acesso à Internet, o celular foi utilizado para esse fim. Esse foi o equipamento de acesso mais usado nos domicílios. Em 38,6% das residências, o celular foi o único equipamento usado para acessar a Internet. Em segundo, vinha o computador: ele foi o único meio de acesso em apenas 2,3% das residências com Internet, embora estivesse presente em mais da metade (57,8%) desses domicílios.
Nos domicílios em que não havia utilização da Internet, os motivos alegados para não a usar foram: falta de interesse (34,8%), serviço de acesso era caro (29,6%) e nenhum morador sabia usar (20,7%), serviço de acesso não estava disponível na área (8,1%), equipamento necessário era caro (3,5%) e outro motivo (3,3%). Do total de 69,3 milhões de domicílios, a televisão estava presente em 67,4 milhões (97,2%), num total de 102,6 milhões de aparelhos. Destes, 63,4% eram de tela fina e 36,6%, de tubo.
Entre os domicílios com televisão, 48,2 milhões (71,5%) tinham conversor para receber o sinal digital de TV aberta. Em 10,3% (6,9 milhões) dos domicílios com televisão não havia aparelho com conversor, não recebiam sinal por antena parabólica e nem tinham serviço de televisão por assinatura. Nos domicílios com televisão sem acesso ao serviço por assinatura, mais da metade (55,5%) não o tinham por considerá-lo caro.
Leia aqui a publicação na íntegra.
Fonte: Agência IBGE, em 21.02.2018.