Palestras abordaram informações e cases práticos de ações conjuntas nas autogestões. Nos dois dias de evento, foram registrados 1.475 inscritos

Em sua segunda edição virtual e 100% gratuita para filiadas, o 12º Seminário UNIDAS – Economia Colaborativa na Saúde, foi realizado nos dias 04 e 05 de agosto de 2021. Nesse período, foram registrados 1.475 inscritos, entre eles, 25 presidentes e CEOS; 126 gestores e diretores; 225 gerentes; 169 coordenadores e supervisores; 38 assessores; 268 Analistas, 47 auditores; cerca de 50 especialistas e quase 600 técnicos. No total, cerca de 90 autogestões marcaram presença. O evento computou 33 palestrantes; 32 empresas patrocinadoras; uma companhia apoiadora e diversos curadores parceiros.
O evento contou com o que existe de mais moderno em tecnologia, como atuação em tempo real dos inscritos, que puderam fazer perguntas aos palestrantes, interagir entre si e navegar por trilhas paralelas.
O primeiro dia trouxe a colaboração e o compartilhamento como ações fundamentais para o futuro das autogestões. Nos dois painéis realizados, a importância do trabalho conjunto para entregar uma medicina humanizada foram destaque. No discurso de abertura, o presidente da UNIDAS, Anderson Mendes, ressaltou a importância da participação das autogestões associadas à entidade.
Anderson se solidarizou com todas as vítimas da Covid-19 e destacou a magnitude do engajamento das empresas associadas. “Quero homenagear as filiadas, porque são elas que também vestem a camisa da UNIDAS. Sem essa parceria, não existiríamos”, afirmou. Ele destacou que a associação é cada vez mais um hub que permite o compartilhamento de informações entre as autogestões do país.
Mendes também enfatizou o papel do distanciamento social, em vigor desde o ano passado. “A pandemia trouxe esse legado: mostrar a importância de estarmos juntos e como isso faz a diferença para todos nós. Estamos num cenário de grandes mudanças no setor de saúde; por isso, é fundamental que as autogestões estejam próximas para atravessar esse período”.
O Seminário ainda homenageou Hugo Avelino dos Anjos Lima, que faleceu recentemente. Hugo era gerente de saúde da AMMP Saúde e desde 1996 integrava a UNIDAS, onde exerceu os cargos de diretor administrativo-financeiro, membro do Conselho Deliberativo e membro do Conselho Fiscal, do qual também foi presidente, atuando de maneira ativa, propositiva, dedicada e conciliadora num lapso de tempo de cerca de 30 anos.
“Toda a diretoria da UNIDAS dedica o Seminário a esse amigo, que foi um defensor incansável das autogestões”, declarou o presidente.
Workshops
Realizados no pré-seminário, os workshops patrocinados abordaram temas diversos. No primeiro, patrocinado pela BioMerieux, German Esparza, diretor do Programa de Controle de Qualidade PROASECAL na Colômbia, e coordenador do Comitê de Microbiologia da Associação Pan-Americana de Infectologia, falou sobre medicina de precisão e seu impacto clínico e econômico no tratamento de doenças infecciosas.
O médico enfatizou os potenciais de resistência antimicrobiana em pacientes com Covid-19 e que a transferência deles para outras instituições leva ao movimento de bactérias resistentes. Também afirmou que “a separação do paciente não leva em consideração as bactérias resistentes aos antibióticos”.
Estratégias ambulatoriais para o sucesso das linhas de cuidado, foi o tema do workshop patrocinado pela Americas Serviços Médicos, conduzido por Paulo Ishibashi, diretor executivo Growth, e Conrado Cavalcanti, diretor de Medicina Diagnóstica e de Outpatients da empresa. Os dois executivos apresentaram o modelo de gestão de cuidados, focado em oferecer o melhor tratamento com o custo mais acessível, mostrando resultados reais para pacientes com diversos tipos de comorbidades, como câncer.
“Quem recebe o tratamento mais efetivo passa menos tempo no hospital e o custo fica mais baixo. Por esse motivo, a assertividade no cuidado é fundamental”, disse Cavalcanti. “Quanto menos pacientes forem para o pronto socorro, melhor. Temos investido fortemente nos ambulatórios, para promover a saúde com um custo acessível”, esclareceu.
Na sequência, o assunto debatido foi o Impacto socioeconômico dos transtornos mentais graves, com Frederico Garcia, professor do Departamento de Saúde Mental da UFMG, e João Paulo dos Reis Neto, médico e diretor-presidente da CAPESESP. Garcia destacou que “o percentual de pessoas incapacitadas por transtornos mentais é maior do que o de afastamento por outras doenças crônicas e essa situação afeta, por exemplo, a previdência – em nível mundial”.
João Paulo, por sua vez, destacou a importância da saúde mental e como ela afeta pacientes em outros tipos de tratamento, como o oncológico. “É essencial que o gestor de saúde tenha consciência do perfil dos pacientes. A saúde exige uma gestão eficiente de recursos, de implantar projetos de humanização do tratamento e investir em alternativas terapêuticas inovadoras pode contribuir para amenizar esse quadro”, ressaltou o médico.
Inovação em Saúde no Brasil
Após a abertura oficial do evento, foi apresentado o Talks que teve como tema a Inovação em Saúde no Brasil – Macro e Micropolíticas: Estágio atual e cenário futuro. Participaram do debate mediado por José Antônio Diniz, presidente da FioSaúde, Carlos Gadelha (Professor e Coordenador do Centro de Estudos Estratégicos da presidência da Fiocruz) e José Cláudio Terra (Senior Director Business Transformation da Pfizer).
Carlos Gadelha falou sobre os desafios da inclusão da saúde, considerando o cenário da 4ª revolução industrial, a tecnológica. Ele destacou a magnitude estratégica dessa transformação para a saúde; a inovação que muitas vezes exclui; e como o setor é fundamental para a economia do Brasil. Também ressaltou a relevância do ser humano em meio às atuais mudanças. “A saúde continuará empregando. Máquina não cuida de pessoas. Não dá para trabalhar nessa área sem pensar em humanização e acesso universal. Por isso, a saúde do futuro passa pelo tripé humanização, inovação e acesso para todos”, disse.
Já José Cláudio Terra destacou a complementaridade de competências quando se busca inovação em saúde. “Pessoas diferentes têm capacidades distintas que se complementam. No desenvolvimento tecnológico, cada fase envolve um tipo de know-how. Entre desenvolver um conceito ou patente e transformar aquilo em uma solução tecnológica em escala que impacta a população, é uma longa jornada que envolve diferentes habilidades e experiências”, comentou o executivo.
Compartilhamento entre Autogestões
O primeiro painel foi moderado de Anderson Ferreira – presidente da Cemig Saúde, que citou três situações do compartilhamento no setor. Juliana Albuquerque, gerente de saúde da Cemig Saúde; Renato Couto, presidente do Grupo IAG Saúde e cofundador da plataforma de Valor em Saúde DRG Brasil; e Werner Dalla, diretor de Provimento em Saúde da Abertta Saúde e diretor de integração da UNIDAS, apresentaram cases sobre o tema.
“A gente acredita que rede de Atenção Primária à Saúde (APS) é capaz de gerar maior sustentabilidade e uma experiência mais positiva do nosso beneficiário. Temos a ideia de que cada operadora tem que fazer as coisas do próprio jeito. É fundamental tirarmos essas amarras. E isso só é possível criando um elo de confiança, que se conquista com transparência”, destacou Juliana.
A palestrante ainda mostrou como sua operadora, que é filiada à UNIDAS, criou uma rede de clínicas focadas em Atenção Primária em conjunto com outras autogestões. Para isso, a empresa estabeleceu três diferentes modelos de parcerias em que as operadoras participantes compartilham recursos, otimizando o uso das clínicas de APS. “Esse projeto passou por inúmeros desafios, como padronizar, por exemplo, o conceito do que é atenção primária”, complementou a gestora.
Werner Dalla, apresentou a UniShare, marketplace de serviços para as operadoras filiadas à UNIDAS. Dallas também esmiuçou o conceito de economia compartilhada e como ela se aplica ao segmento. “O compartilhamento é essencial para o presente e o futuro das autogestões. A saúde ainda utiliza pouco esse modelo de economia colaborativa em seus processos. Temos como fomentá-lo e a UniShare é uma iniciativa fundamental nesse aspecto”, frisou o diretor de integração da entidade.
Outro ponto de destaque foi a fala de Renato Couto. Segundo ele, entregar valor é entregar resultados com desfechos que mudem de fato as vidas das pessoas, dentro de uma equação de custo-benefício adequado. “Há décadas percebemos que sozinhos éramos insuficientes. Por essa razão, criamos uma plataforma que conecta conhecimento, tecnologias e competências para agregar empresas com a mesma visão, a de oferecer uma medicina espetacular a todos. Optamos por deixar de ser monopolista para ser uma empresa de compartilhamento que entrega saúde e vida”, ressaltou Couto.
Ele destacou ainda que a Cemig Saúde “conseguiu o mais difícil, que é integrar processos para ter uma operação clínica compartilhada”. Segundo o executivo “as autogestões não concorrem entre si e têm as mesmas dores. Não ter serviços compartilhados seria desperdício de recursos”.
Segundo dia do 12º Seminário UNIDAS destaca a importância do conceito de saúde ativa para a sustentabilidade dos planos de saúde
Parcerias Estratégicas – Gerando cadeias de valor e sustentabilidade ao setor

O primeiro painel do segundo dia trouxe para a discussão o tema “Parcerias Estratégicas – Gerando cadeias de valor e sustentabilidade ao setor” e contou com a participação de Hebe Castro, superintendente de estratégia de rede na SulAmérica; Ana Elisa Siqueira, diretora-geral de cuidados integrados e inovação assistencial na DASA; e Maurício da Silva Lopes, vice-presidente executivo da Rede D´Or. O debate contou com a moderação de Carlos Emílio Flesch, diretor executivo da Cassi.
Hebe apresentou o case do programa de Cuidado Coordenado de sua instituição, destacando os resultados obtidos, como a diminuição das idas ao pronto socorro do grupo de controle. “Nossa empresa adotou o modelo de saúde ativa porque não dá para olhar para todos da mesma maneira. Evoluímos para ter um cuidado maior com determinadas populações que necessitam de uma atenção mais próxima”, frisou Hebe Castro. Segundo ela, 21% das idas ao pronto socorro e 16% de exames foram evitados com os programas implementados.
Em seguida, Ana Elisa Siqueira, apresentou o modelo de gestão e saúde populacional adotado pela empresa. Segundo ela, “a gestão de saúde populacional precisa existir como um conceito. Temos um desafio de mudança de comportamento dentro do modelo de saúde existente hoje”. Para a executiva, os pilares da atenção primária cabem na saúde como um todo.
Na sequência, Maurício da Silva Lopes ressaltou que o mundo está passando por um processo de consolidação de mercado e que isso também está ocorrendo na saúde. Para ele, o novo modelo de saúde passa necessariamente por “ganhar escala”. Segundo o executivo, isso é fundamental para o novo momento da economia.
“Ter apenas 60 leitos torna impossível uma gestão de qualidade e sustentabilidade de um hospital”, disse. Também destacou que atualmente, o paciente demanda um nível maior de atendimento. “Ele não aceita na saúde um nível de serviço que não seja compatível com o que experimenta em outros aspectos de sua vida. Estamos todos buscando soluções para os mesmos problemas. A jornada de saúde hoje é totalmente fragmentada, sem entregar valor para o paciente, além de custar muito mais caro para o sistema”, afirmou.
Resseguro e os Planos de Saúde: Modelos Aplicáveis as Autogestões
Outro tema discutido foi a respeito do Resseguro e os Planos de Saúde, patrocinado pela AbbVie, com palestra de Paulo Rebello, diretor-presidente e diretor de Normas e Habilitação das Operadoras da Agência Nacional de Saúde (ANS), com o auxílio do debatedor, Cleudes Freitas, vice-presidente da UNIDAS e moderação de Gerlan Rodrigues dos Santos, analista da Coordenação de Informações e Planos da DIREL/GEPLA/COINP Postal Saúde.
Rebello explicou que o resseguro é uma ferramenta nova, mas essencial para as pequenas operadoras terem solidez. “Esse instrumento vai possibilitar as operadoras a repassar o risco assumido para um terceiro, diminuindo esse problema para a instituição. É um ótimo caminho para elas se protegerem das oscilações e eventualidades de mercado, como uma pandemia”, afirmou.
Impactos do Consumo do Álcool na Saúde: Como Implementar Mudanças Culturais Efetivas
Abrindo o bloco de palestras da tarde, Guilherme Messas, coordenador do Comitê para Regulação do Álcool – CRA, abordou o custo financeiro para o setor de saúde do consumo excessivo de bebidas alcoólicas, no painel moderado por Marina Shizuko, diretora técnica da UNIDAS e gerente de Serviços de Saúde da AMAGIS SAÚDE.
De acordo com Messas, temos mais de 200 doenças relacionadas ao uso do álcool, sendo que 5% das internações hospitalares no SUS foram ocasionadas por doenças relacionadas com o consumo de álcool. A substância também é fator mais fortemente associado à violência contra a mulher – seja física ou sexual.
“Se tirássemos bebida alcoólica da sociedade, cairiam consideravelmente as mortes entre 15 e 49 anos. A maneira como o álcool afeta essa população é o cerne da questão. É necessário entender as situações em que as pessoas o consomem”, afirmou. Ele também acredita que, com algumas estratégias, seria possível diminuir o impacto do álcool na saúde. “Uma medida eficiente é detectar antecipadamente o nível de risco do paciente. É possível fazer isso de maneira simples, implementando um tratamento precoce em pessoas que abusam da bebida; outra medida é realizar um apoio continuado mensal sobre como está a condução do tratamento”, ressaltou.
Transformação Digital na Saúde
A palestra Transformação Digital na Saúde, com Andre de la Torre, Head de Account Management de Uber para Empresas, teve a moderação do gerente executivo da UNIDAS, Leandro Araújo. Ele apresentou o modelo de negócios da startup e destacou a importância da tecnologia no desenvolvimento da sociedade. “Acreditamos que nossa tecnologia pode ajudar a melhorar a vida das cidades”, disse.
Economia Colaborativa
A última palestra, a qual representa o foco principal do evento, tratou dos Cenários futuros, ministrada por Paulo Vicente Alves, professor da Fundação Dom Cabral (FDC) e doutor em administração de empresas. A moderação ficou a cargo de Patricia Melo e Souza, diretora de Seguridade da Fundação Real Grandeza e diretora de Treinamento e Desenvolvimento da UNIDAS. De acordo com o professor, os médicos usam dados para tomada de decisões há 2.500 anos “na unha”.
“O ciclo de inteligência competitiva é algo que está permeado em todos os âmbitos da nossa vida. A diferença é que hoje esse ciclo se repete em uma velocidade gigante por conta da tecnologia. Os dados são o novo petróleo, mas com a diferença de que petróleo vale mais quanto se tem menos. Já os dados, quanto mais tiver, melhor. E hoje, as empresas de saúde são basicamente empresas de dados”, declarou Alves.
Entrega do Prêmio IDSS 2020 (ano-base 2019)
As 25 autogestões filiadas que tiveram nota máxima no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (de 0,80 A 1) IDSS 2020 (ano-base 2019) foram homenageadas durante o evento. Adir Meirelles Jr., diretor de rede e atendimento na Saúde Petrobras e diretor de Comunicação da UNIDAS, comunicou as vencedoras do Prêmio IDSS.
As homenageadas foram: ABERTTA Saúde; AFRAFEP; AGROS; ARCELORMITTAL Brasil S/A; ASFEB; CAFAZ; CAMARJ; CASEC; CASSIND; CASU/UFMG; CEMIG SAÚDE; CODESA; COMPESAPREV; COPASS SAÚDE; ECONOMUS; ELOSAÚDE; Fundação FIAT Saúde e Bem-estar; INB; JUDICEMED; PASA; Fundação Real Grandeza; Saúde BRB; SIM SAÚDE; Sindifisco Nacional e UNISAÚDEMS.
Prêmio Saúde UNIDAS 2020
Foram apresentados cases dos três trabalhos vencedores, com mediação de Maurício Lopes, diretor de Seguridade do Economus e diretor administrativo-financeiro da UNIDAS.
O Prêmio Saúde UNIDAS 2020 teve como tema “Ações e iniciativas da operadora de saúde para o enfrentamento da Covid-19“.
Em 1º lugar – Saúde BRB – “Cuidado integral à saúde, protagonismo no enfrentamento da Covid-19“. Trabalho foi apresentado por Maria Luiza Bezerra, coordenadora de Serviços de Saúde da Clínica Saúde BRB, que mostrou como a filiada à UNIDAS conseguiu criar uma rede de monitoramento de casos de Covid-19, tornado possível diminuir o índice de internações e morte.
2° lugar – Maida Health – “Octopusx, uma ferramenta para alerta de Covid-19 em exames de raio-x de tórax”. Empresa criou uma ferramenta a inteligência artificial, a Octopusx, para identificar exames de raio-X com alterações pulmonares que indicassem o diagnóstico de coronavírus. A apresentação do case foi feita por Pedro Neto, sócio da Maida Health.
3º lugar – Pasa – “Monitoramento em tempo real dos casos suspeitos de Covid-19, no formato porta de entrada: qualidade assistencial, otimização do sistema de saúde, fortalecimento da lógica da APS e otimização dos custos” – Ana Lúcia Weinstein, analista de Saúde do Pasa mostrou os resultados do projeto de monitoramento em tempo real dos casos suspeitos de Covid-19, baseando nos pilares de qualidade assistencial, otimização do sistema de saúde, fortalecimento da lógica da APS e otimização dos custos.
Encerramento
No final do Seminário, o vice-presidente da UNIDAS, Cleudes Freitas, agradeceu a todos os participantes, colaboradores, patrocinadores e palestrantes que abrilhantaram o evento. “Compartilhar conhecimento é a nossa missão e ter vocês conosco é sempre um orgulho e uma satisfação”, finalizou.
Para comemorar o sucesso da edição, a banda Santa Maria comandou agito ao vivo com boas músicas ao final do evento. A ocasião também foi transmitida no canal da UNIDAS no YouTube.
Equipe testada com RT-PCR
Apesar do formato virtual, a UNIDAS manteve uma estrutura física para realizar o evento com êxito, o local escolhido foi um estúdio na Lapa, zona oeste de São Paulo. Para garantir a segurança de todos os presentes, além das medidas preventivas como distanciamento entre as estações de trabalho, álcool em gel e distribuição de máscaras descartáveis, também foram realizados testes RT-PCR durante todos os dias em todos os que passaram por lá.
Com o apoio da Abbott, a testagem foi realizada. Uma equipe de enfermagem permaneceu presente no estúdio para fazer a coleta da amostra em todos os que deram entrada no local. O teste é rápido e, após realizado, o resultado é liberado em cerca de 15 minutos.
Todos os testados tiveram resultado negativo para a Covid-19 e puderam prosseguir com seus devidos trabalhos, mantendo as medidas protetivas necessárias.
Gravação do evento e certificado de participação
Lembramos que os inscritos poderão assistir às palestras até o dia 30 de agosto, acessando o hall do evento, no menu “plenária principal”, na tela inicial. Lá você também pode avaliar o conteúdo do evento. Após esse período, as gravações estarão disponíveis somente na Biblioteca Virtual, na intranet UNIDAS, exclusiva para filiadas.
A partir da próxima semana, será possível fazer download das apresentações dos palestrantes e emitir seu certificado de participação em nosso hotsite.
Fonte: UNIDAS, em 06.08.2021